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Cammy Sachs assistiu na tv

"Puta que pariu, que filme ruim. 2 estrelas pra Liv Tyler e só. E nem é porque é "pipoca", nem vem. "

enviado segunda-feira, 29 de junho de 2009 as 23:12

Rodrigo Rego assistiu no dvd

"Depois do Batman, os outros filmes de super-herói ficaram todos iguais. E Hulk não é divertido como o Homem-Aranha."

enviado terça-feira, 27 de janeiro de 2009 as 12:38

Pedro Henrique assistiu no dvd

"Prefiro o Hulk do Ang Lee"

enviado sexta-feira, 28 de novembro de 2008 as 11:32

Mauro assistiu por download

"Muito bom para o que é. Como o primeiro teria sido, se as cenas de ação não tivessem ficado tão sem sal e nonsense."

enviado segunda-feira, 24 de novembro de 2008 as 11:24

Lis assistiu no dvd

"O primeiro eu nem tive vontade de ver, de tão bobo que parecia (e olha que eu adoro desenhos animados). Mas esse, Edward Norton, né? Deve valer a pena. E até vale, mas é bobo. É o tipo de filme que se esfoça demais para fazer do cara um herói, então fica um pouco forçado. Mas é bacaninha."

enviado segunda-feira, 27 de outubro de 2008 as 20:02

cristianoweb assistiu por download

"Seguindo a mesma linha do filme "Homem de Ferro", inclusive com uma ponta do próprio, dando a entender um filme mútuo com ambos os heróis. Enfim, o filme realmente melhorou sensivelmente a questão do "boneco" Hulk do filme anterior, mas continuo achando que poderia ter um um roteiro mais enxuto, mais empolgante. Quanto a presença da "(Linda) Liv Tyler", apesar da sua bela irresistível, sempre tenho a sensação quando ela fala que estou assistindo o Senhor dos Anéis na língua dos Elfos! No geral o filme diverte!"

enviado terça-feira, 08 de julho de 2008 as 22:50

lucas hirata assistiu no cinema

"filme bem divertido... e bem proximo do que eu esperava... "

enviado domingo, 29 de junho de 2008 as 12:23

thadeu assistiu no cinema

"Edward Norton excelente no papel... as cenas de ação impressionantes e um roteiro bem amarrado e lotado de referências. Homem de Ferro ainda foi um pouco melhor, mas este não decepciona! Cinema pipoca dos melhores!"

enviado sábado, 21 de junho de 2008 as 2:21

Tiago Celestino assistiu no cinema

"Gostei do filme. Achei que a atuação do Edward Norton foi muito melhor que a do Eric Bana. Também achei Hulk um pouco menos "falso", já que na outra versão, ficou muito ruim mesmo. Eu recomendo"

enviado sábado, 21 de junho de 2008 as 1:31

Igor Augusto assistiu no cinema

"Fui ver esperando mais um filme de ação porreta da Marvel. Acabei saindo com um sorriso besta no rosto de tão boa que foi a experiência de assistir a um filme tão grandioso. Ação não falta, rocinha não falta, destruição não falta. O francês Louis Leterrier colocou todos seus conhecimentos de filmes de ação (vide Carga Explosiva 2) e muito verde no filme do monstrego verde que deixou de ser o esmeralda da versão de Ang Lee e virou O HULK que deveria ser. Mais uma adaptação para as telonas que vale muito a pena assistir e apreciar cada minuto."

enviado quinta-feira, 19 de junho de 2008 as 0:11

Pedro assistiu no cinema

"Foram tantas as imagens e vídeos divulgados no decorrer da produção de “O Incrível Hulk”, que pareciam não restar surpresas a serem reveladas pelo projetor do cinema. A maneira como os trailers foram montados evitou que se denunciasse o que estava por vir. Nem mesmo por meio das fotos que apareceram era possível prever o que estaria acontecendo em cada frame... Se a expectativa pelo Capitão América deu-se em vão, pode-se dizer que quase encontramos o Capitão “Brasil” (o Capitão Nascimento, personagem reconhecido pelo público como “o herói brasileiro”) no momento em que soldados do BOPE entram em ação juntamente com os militares norte-americanos. E se acreditava-se que Tony Stark e Steve Rogers estariam presentes, agradou a surpresa de testemunhar o início da transformação do vilão Líder. Com relação ao Hulk, o personagem propriamente dito, é possível que o diretor Loius Leterrier tenha reconhecido que o ponto forte da versão de Ang Lee era o seu carisma. Mas o Hulk de Leterrier não tem (Ainda bem!) o aspecto tão “borrachudo” que ilustrou o filme de 2003 (o Hulk de Ang Lee é tão “fofo” que seria um sucesso de vendas ao ser vendido como pelúcia no dia dos namorados). Talvez para compensar ao aspecto bruto de seu “Golias Verde”, Leterrier tenha recorrido a algumas referências a la “A Bela e a Fera’ que funcionaram muito bem antes. E grande parte dessas referências parece estar calcada em “King Kong” particularmente na leitura poética proposta pelo filme de Peter Jackson. A fotografia do filme evidencia paralelos com os momentos românticos do “King Kong” de Jackson. A corpulência de Hulk é desequilibrada, sempre que possível, com a delicadeza de Betty Ross. Os dois têm momentos de intimidade, no refúgio selvagem para onde Hulk carrega a bela moça após fugir dos inimigos, no topo de uma montanha, onde o gigante verde mostra que também é “King”. Na beira do penhasco o destoante e apaixonado casal é visto de costas, tal como Kong e a diva vivida por Naomi Watts ao contemplar o pôr-do-Sol. E no quesito “porrada”, O Hulk mostra-se ainda mais “King Kong”. Ele bate no peito e ruge após a vitória. Quando corre e derruba um veículo do Exército, lembra o combate entre Kong e o Tiranossauro Rex. E cá para nós: um Hulk, que sai pulando de uma parede para a outra, equilibra-se em uma ponte como se estivesse a jogar-se de cipós e ainda escala prédios da maneira mostrada em “O Incrível Hulk”, é baseado em quê? E não vale dizer que é uma homenagem ao Homem-Aranha! Também a idéia do herói ser batizado pela imprensa não é algo muito original (apesar do Hulk receber a alcunha de um “popular” entrevistado). Cativante é ver como a proposta verossímil de Leterrier tenha se esquivado das tradicionais calças roxas do personagem dos quadrinhos com tamanha dignidade e respeito pelos fãs do herói. E para citar a famosa aparição de Stan Lee, foi interessante ver o co-criador do monstro provar um pouco do veneno verde, sentir o gostinho de ser herói e também saber que não é qualquer um que segura esse rojão chamado "responsabilidade com os poderes". www.bhqmais.com"

enviado segunda-feira, 16 de junho de 2008 as 13:36

Pedro assistiu no cinema

"Hulk Esmaga Mesmo? (Por Régis Soares - BHQ+) Loius Leterrier prometeu e entregou o que se esperava: Um Hulk melhor que o de Ang Lee. Perfeito? Não. Não é isso que esperávamos. Mas sem dúvida alguma temos um produto próximo do que se imagina de um Hulk que salta dos quadrinhos e cai no mundo do cinema. Leterrier faz mais do que fidelizar com os quadrinhos e fideliza também com a mais famosa referência do Verdão: o seriado setentista. Além de construir o filme a partir dos elementos lançados pela série "O Incrível Hulk", que cede o nome ao longa, os personagens são bem elaborados conforme suas características quadrinísticas. Vale citar que se destacam as homenagens a Bill Bixby, que aparece na tela de uma TV, num antigo programa; a Lou Ferrigno o primeiro Hulk "de verdade", que volta ao papel de segurança do primeiro filme; e ainda a famosa busca pela cura que dá a Bruce Banner o pseudônimo de David B., o nome do personagem no tal seriado. O diretor consegue introduzir bem os vilões Líder e Abominável. Aliás, como o próprio Leterrier disse, o Capitão América aparece. Bom, não o capitão em pessoa, mas sua história e seu legado. São os efeitos colaterais do soro do supersoldado, misturados a um subproduto do sangue de Bruce Banner, que criam o Abominável. Uma ligação bem concebida para falar do Bandeiroso sem sequer citá-lo. Essa possívelmente será a chamada para reunir os Vingadores, mas trataremos disso em outra ocasião. Por ora, destacamos os pontos fortes de "O Incrível Hulk". As seqüências de luta e ação são bem montadas. Bruce Banner pratica o parkour na favela da Rocinha, que até ficou bonita nas lentes de Leterrier. O confronto Hulk versus Abominável é crível e em certos momentos é possível imaginar as dores dos golpes. O Gigante Esmeralda não está caladão e é bom ouvir o "Hulk esmaga!" na voz de Ferrigno, obviamente alterada por samplers e computadores. O Abominável também solta a voz, diferentemente de outras produções em que as versões monstro dos personagens são simplesmente animais irracionais que desaprendem a falar. Dá pra sentir Emil Blonsky e Banner dentro de suas carapaças avassaladoras. O aspecto herói de Hulk começa a ser construído o que pode fazer o Monstro Gama ser aceito pelo público alheio às HQ´s. Edward Norton se encaixa bem no cientista solitário e isso talvez venha de sua participação ativa na construção do roteiro e da peça final em si. As falhas surgem no português mal falado dos pontas contratados para as cenas do Rio de Janeiro, cuja participação acabou dublada, algo a ser notado apenas pelos brasileiros. A computação é melhor que a do primeiro filme, mas está longe da perfeição. Porém, abrir feridas de guerra em Hulk é um recurso que humaniza a criatura e torna a aceitação mais fácil. Apesar de ser comum trazer elementos diversos de outras obras para um novo projeto, nos parece exagerado o uso de King Kong como referência de comportamento para o anti-herói. O Verdão age como um "macacão", muitas vezes, se pendurando por prédios e pontes, saltando como uma Chita desproporcional e até levando Betty Ross para o alto de uma montanha rochosa. Por outro lado, o Abominável, um reptiliano nas histórias gráficas, é apresentado como um Godzila e também sem tentar disfarçar tal comparação. Na sua primeira aparição, até os movimentos de câmera tentando flagrar a ameaça pelas ruas são usados como no filme do destruidor japonês. Ainda há um longo caminho para Hulk, mas já podemos dizer que a franquia consegue fôlego para mais uns dois filmes pelo menos. O ceticismo causado pela recepção negativa da película de Ang Lee pode ser reduzido com o boca-a-boca de quem arriscar ir ao cinema. Embora seja um arrasa-quarteirão literal, "O Incrível Hulk" ainda não deve se mostrar como um arrasa-bilheterias. "

enviado segunda-feira, 16 de junho de 2008 as 13:30

Vagner Mota assistiu no cinema

"òtimo filme!!Cinemão de fim de semana da melhor qualidade.Bruce Banner muito bem interpretado pelo edward norton.Grandes homenagens ao seriado da decada de 70,analogias aos quadrinhos.Viloes e aliados dos quadrinhos no filme.A luta entre o hulk e o abominavel muito bem feita e o hulk digital muito bem produzido.tem tudo o que o hulk de ang lee nao teve."

enviado sábado, 14 de junho de 2008 as 19:04

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